Administração Pública: A Agonia da Petrobras, e outros...

Sábado, 05 de Outubro de 2013

Por  Tom  Oliveira *



Meus amigos

 Já está mais do que provado: O PT - Partido dos Trabalhadores, é ótimo em propaganda e marketing, mas péssimo em administração pública. Nossas autarquias e empresas públicas  estão à beira do colapso...

1. Comecemos pelo   Custo  Lula
O EX-PRESIDENTE SE VANGLORIAVA DE MANDAR NA PETROBRÁS E NO BB. LOGO, É RESPONSÁVEL PELOS PREJUÍZOS

Há menos de três anos, em 17 de setembro de 2009, o então presidente Lula apresentou-se triunfante em uma entrevista ao jornal Valor Econômico. Entre outras coisas, contou, sem meias palavras, que a Petrobrás não queria construir refinarias e ainda apresentara um plano pífio de investimentos em 2008. “Convoquei o conselho” da empresa, contou Lula. Resultado: não uma, mas quatro refinarias no plano de investimentos, além de previsões fantásticas para a produção de óleo.

Em 25 de junho último, a Petrobrás informa oficialmente aos investidores que, das quatro, apenas uma refinaria, Abreu e Lima, de Pernambuco, continua no plano com data para terminar. E ainda assim, com atraso, aumento de custo e sem o dinheiro e óleo da PDVSA de Chávez. Todas as metas de produção foram reduzidas. As anteriores eras “irrealistas”, disse a presidente da companhia, Graça Foster, acrescentando que faria uma revisão de processos e métodos. Entre outros equívocos, revelou que equipamentos eram comprados antes dos projetos estarem prontos e aprovados.


Pois bem: 
Produção preocupante
A produção de petróleo da Petrobras caiu 6% em julho em relação a junho e 2,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Para manter a meta de produzir 1 980 milhão de barris por dia em 2013, que consta do Plano de Negócios e Gestão da Petrobras, publicado em março, a estatal teria que suar: precisa de um crescimento da produção de 6% em agosto e setembro e de 9% no quarto trimestre.  A dívida hoje é estratosférica, e foi ocasionada, inicialmente, pelo cancelamento da certidão  da Petrobrás pelo não-recolhimento do Imposto Retido Na Fonte sobre remessas para o exterior em pagamentos de plataformas petrolíferas móveis no período de 1999 a 2002. A dívida agora cobrada remonta ao valor de 7,3 bilhões de reais pode " quebrá-la "  gerar o caos. Em junho passado, tentou, via stj , obter a Certidão Negativa, mas esbarrou no parecer contrário do MPF: " "O valor é seis bilhões e não seis milhões de reais, que se depositado 'quebraria' a Petrobras e levaria de roldão a Bolsa de Valores de São Paulo gerando o caos no mercado acionário brasileiro"
A compra da refinaria de Pasadena, no Texas, pela Petrobras é o grande escândalo que o PT vinha abafando, mas acabou chegando ao Tribunal de Contas da União e com largas chances de aterrissar na Justiça Criminal.  O estranho negócio, que causou prejuízo de pelo menos US$ 1 bilhão à empresa e seus acionistas, tem como protagonistas pessoas muito próximas a Lula e, sob a ótica do escândalo, tem todos os ingredientes necessários para superar com folga o Mensalão do PT. No olho do furacão estão Guido Mantega, ministro da Fazenda e atual presidente do Conselho de Administração da Petrobras; José Sérgio Gabrielli de Azevedo, ex-presidente da estatal petrolífera e atualmente secretário no governo Jaques Wagner; Almir Guilherme Barbassa, diretor financeiro da empresa e presidente da Petrobras International Finance Co., a caixa de Pandora da empresa; Nestor Cerveró, diretor financeiro da BR Distribuidora; e Alberto Feilhaber, funcionário da Petrobras durante duas décadas e há alguns anos trabalhando na Astra Oil, uma das empresas do grupo que atraiu a Petrobras para a refinaria de Pasadena e depois largou a bomba nas mãos dos brasileiros.
Lula e Dilma Quebraram a Petrobras
O escândalo ganha contornos maiores e mais perigosos porque à época do negócio, que pode acabar em tribunal de Nova York a pedido de investidores internacionais, a presidente do Conselho de Administração da Petrobras era Dilma Rousseff, que posicionou-se contra o projeto apresentado por José Sérgio Gabrielli, seu desafeto, mas que por imposição de Lula foi obrigada a aceitar o negócio.
Na quinta, 04 ao completar 60 anos de existência criada por Getúlio Vargas, a Petrobás foi "presenteada " pela Moody's - agência de classificação de riscos - para Baa1 de A3. Segundo a agência, o rebaixamento reflete a elevada alavancagem financeira da estatal (relação entre o endividamento e o patrimônio) e a expectativa de que a empresa deverá continuar a ter grande fluxo de caixa negativo nos próximos anos, à medida que conduz seu programa de investimento. 
Além do mais, outras empresas públicas e autarquias federais vivem momentos delicados, financeiramente falando: o BNDES, é um exemplo,  já algum tempo luta para melhorar seu superavit. Vem renegociando sua dívida com o Tesouro Nacional - foi preciso uma medida proviória nº 618 - autorizando a injeção de R$ 15 bilhões de títulos da dívida pública no banco.  Para colocar seus apaniguados sem competência em administração pública dirigindo grandes empresas nacionais, o PT - leia-se Lula - deve pagar um preço alto. Próximas eleições se avizinham e com a fatura dessa cobrança . Por isso, transformou-se em adágio e corre à boca pequena - já bem grande - o ditado:

"O PT é bom de propaganda, mas não sabe adminis


trar "( Dr. André Sacco )






















Fontes: infomoney.com.br, Agência Brasil, 







* o  autor é o editor do blog











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