Amapá: Desgastado, P.G.E Deixa o Órgão
Acusações de nepotismo e gestão autoritária tornaram insuportável a convivência de Figueira com procuradores do Amapá. Acusado de nepotismo cruzado e criticado pela gestão autoritária, Márcio Alves Figueira pediu ontem (7) ao governador Camilo Capiberibe sua exoneração, em caráter irrevogável, do cargo de procurador-geral do Estado. Aprovado em concurso de 2008, cujo resultado foi homologado em julho de 2009, ele está de malas prontas para ser defensor público no interior do estado do Pará. Decreto do governador Simão Jatene fixou em 26 de novembro a data-limite para os 54 defensores nomeados assumirem seus postos. Em termos financeiros, Márcio Figueira vai trocar cerca de R$ 18 mil por um salário de R$ 11 mil, com estabilidade. Mas o decreto do governador Jatene abreviou sua desgastada gestão. Após dez meses sem as mínimas condições de trabalho, a maioria dos procuradores de Justiça entregou uma carta ao governador Camilo Capiberibe, pedindo interferência para ameni...