CNJ afasta desembargador do Tocantins
Terça Feira, 03 de Dezembro de 2913
... decisão de ontem, segunda,02/12/13
desembargador do TJ-Tocantins, Liberato Póvoa
CAROLINA BRÍGIDO
BRASÍLIA - O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu processo administrativo disciplinar contra o desembargador Liberato Póvoa, do Tribunal de Justiça de Tocantins, suspeito de vender sentenças judiciais. O magistrado ficará impedido de exercer suas funções até o fim da investigação. Ele continuará recebendo salário, mas não terá acesso aos privilégios do cargo, como o uso de carro oficial. Póvoa também responde a inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por corrupção passiva, pelo mesmo motivo.
As provas foram tiradas de escutas telefônicas, de informações fiscais e de depoimentos que constam do processo no STJ. Segundo o processo, o desembargador recebeu R$ 10 mil em troca de uma decisão judicial.
- Dos elementos colhidos durante a investigação preliminar, entendo, em um juízo sumário de cognição, que o desembargador José Liberato Costa Póvoa teria solicitado e recebido cerca de R$ 10 mil em contrapartida à conversão do agravo de instrumento em agravo retido - disse o corregedor do CNJ, ministro Francisco Falcão, relator do caso.
Nota do blog: Há três anos atrás, - dezembro de 2010 - a cúpula do TJ do Tocantins foi afastada por decisão do STJ. Naquela época, exercia a presidência a desa. , Willamara Leila, vice-presidente, Carlos Souza, e o desembargador Liberato Póvoa, era vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), por suspeita, descoberta na operação Maet, de participarem de um suposto esquema de venda de sentenças e de manipulação na autorização para o pagamento de precatórios.
Fonte: O Globo
imagem para ilustrar obtida no link
http://libertosdoopressor.blogspot.com.br/2011/02/desembargador-do-tocantins-encomenda.html
... decisão de ontem, segunda,02/12/13
desembargador do TJ-Tocantins, Liberato PóvoaCAROLINA BRÍGIDO
O GLOBO
BRASÍLIA - O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu processo administrativo disciplinar contra o desembargador Liberato Póvoa, do Tribunal de Justiça de Tocantins, suspeito de vender sentenças judiciais. O magistrado ficará impedido de exercer suas funções até o fim da investigação. Ele continuará recebendo salário, mas não terá acesso aos privilégios do cargo, como o uso de carro oficial. Póvoa também responde a inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por corrupção passiva, pelo mesmo motivo.
As provas foram tiradas de escutas telefônicas, de informações fiscais e de depoimentos que constam do processo no STJ. Segundo o processo, o desembargador recebeu R$ 10 mil em troca de uma decisão judicial.
- Dos elementos colhidos durante a investigação preliminar, entendo, em um juízo sumário de cognição, que o desembargador José Liberato Costa Póvoa teria solicitado e recebido cerca de R$ 10 mil em contrapartida à conversão do agravo de instrumento em agravo retido - disse o corregedor do CNJ, ministro Francisco Falcão, relator do caso.
Nota do blog: Há três anos atrás, - dezembro de 2010 - a cúpula do TJ do Tocantins foi afastada por decisão do STJ. Naquela época, exercia a presidência a desa. , Willamara Leila, vice-presidente, Carlos Souza, e o desembargador Liberato Póvoa, era vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), por suspeita, descoberta na operação Maet, de participarem de um suposto esquema de venda de sentenças e de manipulação na autorização para o pagamento de precatórios.
Fonte: O Globo
imagem para ilustrar obtida no link
http://libertosdoopressor.blogspot.com.br/2011/02/desembargador-do-tocantins-encomenda.html
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