Duas decisões judiciais: Transmissão do júri do caso Mércia Nakashima e a manutenção da pensão a homem que matou a mulher...
Terça Feira, 12 de Março de 2013
Caso Mizael - Juiz corta transmissão de júri após bate-boca
Entre os depoimentos, destacou-se o do irmão de Mércia, Márcio, que buscou defender a "honra" da irmã
O júri do ex-PM Mizael Bispo de Souza, acusado de matar a ex-namorada Mércia Nakashima, em maio de 2010, teve briga, choro e até imagens censuradas diante das câmeras em uma sala do Fórum de Guarulhos, na Grande São Paulo. Como em um reality show, no primeiro tribunal do júri transmitido ao vivo no País, coube ao juiz dirigir câmeras - e cortar a imagem, quando achou necessário.
Entre os depoimentos, destacou-se o do irmão de Mércia, Márcio, que buscou defender a "honra" da irmã. Apesar do clima de "big brother", nem tudo atravessou as paredes do tribunal. Uma testemunha pediu para não ter a imagem divulgada e outra não quis nem que sua voz aparecesse.
Em outro momento, após um bate-boca entre o irmão da vítima e a primeira testemunha do dia, Márcio Nakashima, e um dos advogados de Mizael, Ivon Ribeiro, as imagens deixaram de ser divulgadas por determinação do juiz Leandro Bittencourt.
Os três advogados de defesa, no caso, adotaram posturas diferentes em sua estratégia para tentar desconstruir a tese do irmão da vítima, que aponta Souza como autor do crime. Samir Haddad Júnior tentou demonstrar simpatia, Wagner Aparecido Garcia fez questionamentos técnicos, e Ribeiro foi mais incisivo, explorando contradições.
O júri do ex-PM Mizael Bispo de Souza, acusado de matar a ex-namorada Mércia Nakashima, em maio de 2010, teve briga, choro e até imagens censuradas diante das câmeras em uma sala do Fórum de Guarulhos, na Grande São Paulo. Como em um reality show, no primeiro tribunal do júri transmitido ao vivo no País, coube ao juiz dirigir câmeras - e cortar a imagem, quando achou necessário.
Entre os depoimentos, destacou-se o do irmão de Mércia, Márcio, que buscou defender a "honra" da irmã. Apesar do clima de "big brother", nem tudo atravessou as paredes do tribunal. Uma testemunha pediu para não ter a imagem divulgada e outra não quis nem que sua voz aparecesse.
Em outro momento, após um bate-boca entre o irmão da vítima e a primeira testemunha do dia, Márcio Nakashima, e um dos advogados de Mizael, Ivon Ribeiro, as imagens deixaram de ser divulgadas por determinação do juiz Leandro Bittencourt.
Os três advogados de defesa, no caso, adotaram posturas diferentes em sua estratégia para tentar desconstruir a tese do irmão da vítima, que aponta Souza como autor do crime. Samir Haddad Júnior tentou demonstrar simpatia, Wagner Aparecido Garcia fez questionamentos técnicos, e Ribeiro foi mais incisivo, explorando contradições.
Fonte: http://blogdodiomararaujo.blogspot.com.br
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INSS dá pensão a assassino de mulher
Folha de S.Paulo
O professor de matemática Claudemir Nogueira mostrou à polícia em 2010 como enforcou a mulher com um fio, em casa, em um bairro da zona sul de SP, um ano antes. À Justiça manteve a posição e admitiu o crime a peritos médicos do governo.
Apesar das seguidas confissões, Nogueira, 48 anos, recebe mensalmente pensão do INSS pela morte da mulher, que ele assassinou.
Documentos obtidos pela reportagem mostram que o docente ganhou R$ 18,8 mil, somente em 2010. O benefício é pago há mais de dois anos.
Nogueira também continua recebendo os vencimentos por ser professor da rede estadual, no valor de R$ 2.509 ao mês.
Atualmente, trabalha em atividades burocráticas da pasta (ele não ficou nem um dia preso, pois não possui antecedentes e não oferece mais risco às investigações, avalia a Justiça).
Fonte: Agora
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