MT: TRF Cassa Sentença e Manda Prender Empresário
Tabory pegou 51 anos pela morte de Sorahia (destaque) e outros 2 servidores da UFMT, em Rondonópolis
Condenado a 51 anos de prisão pelo assassinato de três servidores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) - câmpus de Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá), o empresário Jorge Luiz Tabory foi recolhido ao xadrez.
Tabory foi condenado pelo Tribunal do Júri, mas havia sido beneficiado com o direito de responder em liberdade, até que fossem esgotados todos os recursos judiciais.
O desembargador Cândido Ribeiro, do Tribunal Regional Federal (TRF), suspendeu, no último domingo (14), o direito de o empresário recorrer da sentença em liberdade e determinou novamente a sua prisão. Ele foi preso no mesmo dia.
O Júri Popular havia decidido que Tabory poderia ficar solto porque já tinha sido preso em outra oportunidade e teria tido bom comportamento.
"A soltura do condenado (após a sentença do Júri) é um descrédito à Justiça. O crime em questão chocou toda a sociedade mato-grossense. Antes de ser considerado culpado, o réu se encontrava preso. Agora, já condenado a 51 anos de prisão, é solto. A soltura do condenado, neste momento, gera, com razão, a sensação de impunidade”, comentou o procurador Douglas Santos Araújo, autor do recurso no TRF.
A previsão é que o acusado aguarde o julgamento do recurso preso.
Entenda o caso
Os assassinatos dos servidores da UFMT aconteceram na noite do dia 27 de novembro de 2007, em Rondonópolis.
A pró-reitora Soraiha Miranda de Lima, 41, o professor de zootecnia Alessandro Fraga, 33, e o prefeito do campus, Luiz Mauro Pires Russo, 44, foram mortos quando chegavam na casa da pró-reitora, de uma viagem a Cuiabá.
A denúncia do MPF apontou que Jorge Tabory prometeu R$ 3 mil ao amigo dele, o lavador de carros Jaeder Silveira dos Santos, para matar os servidores.
O objetivo do crime seria manter o contrato irregular da empresa de lavagem de carros com a UFMT. No Tribunal do Júri, Jaeder disse que planejou o crime sozinho, porém a tese não convenceu os jurados.
O lavador de carros é réu confesso e já havia sido condenado pela Justiça em dezembro de 2008 a mais de 29 anos de prisão. A motivação do crime, segundo as investigações da Polícia Federal, seria a tentativa de suspensão do contrato do lava-jato pela pró-reitora.
Tabory foi condenado pelo Tribunal do Júri, mas havia sido beneficiado com o direito de responder em liberdade, até que fossem esgotados todos os recursos judiciais.
O desembargador Cândido Ribeiro, do Tribunal Regional Federal (TRF), suspendeu, no último domingo (14), o direito de o empresário recorrer da sentença em liberdade e determinou novamente a sua prisão. Ele foi preso no mesmo dia.
O Júri Popular havia decidido que Tabory poderia ficar solto porque já tinha sido preso em outra oportunidade e teria tido bom comportamento.
"A soltura do condenado (após a sentença do Júri) é um descrédito à Justiça. O crime em questão chocou toda a sociedade mato-grossense. Antes de ser considerado culpado, o réu se encontrava preso. Agora, já condenado a 51 anos de prisão, é solto. A soltura do condenado, neste momento, gera, com razão, a sensação de impunidade”, comentou o procurador Douglas Santos Araújo, autor do recurso no TRF.
A previsão é que o acusado aguarde o julgamento do recurso preso.
Entenda o caso
Os assassinatos dos servidores da UFMT aconteceram na noite do dia 27 de novembro de 2007, em Rondonópolis.
A pró-reitora Soraiha Miranda de Lima, 41, o professor de zootecnia Alessandro Fraga, 33, e o prefeito do campus, Luiz Mauro Pires Russo, 44, foram mortos quando chegavam na casa da pró-reitora, de uma viagem a Cuiabá.
A denúncia do MPF apontou que Jorge Tabory prometeu R$ 3 mil ao amigo dele, o lavador de carros Jaeder Silveira dos Santos, para matar os servidores.
O objetivo do crime seria manter o contrato irregular da empresa de lavagem de carros com a UFMT. No Tribunal do Júri, Jaeder disse que planejou o crime sozinho, porém a tese não convenceu os jurados.
O lavador de carros é réu confesso e já havia sido condenado pela Justiça em dezembro de 2008 a mais de 29 anos de prisão. A motivação do crime, segundo as investigações da Polícia Federal, seria a tentativa de suspensão do contrato do lava-jato pela pró-reitora.
Fonte: midianews
extraído em 15.11.11
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