MT: Juíza Condena Servidor Federal a 51 Anos
Tribuna/Divulgação

Sorahia foi morta, com dois colegas, na porta de casa, em 2007, na cidade de Rondonópolis
Sorahia foi morta, com dois colegas, na porta de casa, em 2007, na cidade de Rondonópolis
DA REDAÇÃO
O Tribunal do Júri da Comarca de Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá) considerou culpado o servidor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Jorge Luiz Tabory, 44, e juíza Tânia Zucchi de Moraes o condenado a 51 anos de cadeia pelas mortes de Sorahia Miranda de Lima, Alessandro Luiz Fraga e Luiz Mauro Pires Russo.
Sorahia era pró-reitora da UFMT e Alessandro e Luiz Mauro, servidores do câmpus de Rondonópolis. Os três foram assassinados a tiros, durante uma emboscada, no final da na noite de 27 de novembro de 2007. Tabory foi apontado como mandante do crime
A sentença foi proferida por volta das 21h20 de sexta-feira (11), sendo que Tabory foi condenado a 17 anos de reclusão para cada uma das execuções, o que totalizou 51 anos de reclusão.
O ex-funcionário da UFMT. no entanto, vai recorrer da sentença em liberdade, o que levou o procurador da República, Douglas Santos de Araújo, responsável pela acusação, a contestar a decisão da juíza Tânia Zucchi. Araújo disse que vai recorrer da decisão.
Tabory cumpre pena Penitenciária da Mata Grande, na zona rural de Rondonópolis, desde 2007.
Cenas fortes
O procurador Douglas Santos abriu o debate às 10h da manhã, alertando para as fortes cenas que seriam exibidas no telão montado diante do júri e da platéia.
Eram as imagens de uma emissora de televisão que registrou o momento em que os servidores federais haviam acabado de ser alvejados pelos disparos de Jaeder Silveira na noite do dia 27 de novembro de 2007.
A acusação insistia no envolvimento de Jorge Tabory não apenas como mandante, mas também como responsável por dar suporte ao executor na noite do crime, conforme esclareceu as investigações da Polícia Federal.
Durante mais de uma hora, o advogado de defesa do réu, Élson Resende, tentou mostrar aos jurados que não era possível atribuir a Jorge a logística do crime dada a Jaeder Silveira, em função de álibis apresentados pelo cliente.
Ele apontou como álibi Tabory ter levado uma filha ao Pronto Atendimento e ter seguido depois para a residência da sogra, o que lhe teria impossibilitado levar Jaeder ao local do crime.
O julgamento de Jorge teve início na quinta-feira (10) pela manhã no prédio do Tribunal do Júri, anexo ao Fórum de Rondonópolis.
Ao todo, seis testemunhas - entre as de defesa e as de acusação - e três informantes foram ouvidos por ambas as partes, além de esclarecerem dúvidas dos jurados e da juíza federal.
Sorahia era pró-reitora da UFMT e Alessandro e Luiz Mauro, servidores do câmpus de Rondonópolis. Os três foram assassinados a tiros, durante uma emboscada, no final da na noite de 27 de novembro de 2007. Tabory foi apontado como mandante do crime
A sentença foi proferida por volta das 21h20 de sexta-feira (11), sendo que Tabory foi condenado a 17 anos de reclusão para cada uma das execuções, o que totalizou 51 anos de reclusão.
O ex-funcionário da UFMT. no entanto, vai recorrer da sentença em liberdade, o que levou o procurador da República, Douglas Santos de Araújo, responsável pela acusação, a contestar a decisão da juíza Tânia Zucchi. Araújo disse que vai recorrer da decisão.
Tabory cumpre pena Penitenciária da Mata Grande, na zona rural de Rondonópolis, desde 2007.
Cenas fortes
O procurador Douglas Santos abriu o debate às 10h da manhã, alertando para as fortes cenas que seriam exibidas no telão montado diante do júri e da platéia.
Eram as imagens de uma emissora de televisão que registrou o momento em que os servidores federais haviam acabado de ser alvejados pelos disparos de Jaeder Silveira na noite do dia 27 de novembro de 2007.
A acusação insistia no envolvimento de Jorge Tabory não apenas como mandante, mas também como responsável por dar suporte ao executor na noite do crime, conforme esclareceu as investigações da Polícia Federal.
Durante mais de uma hora, o advogado de defesa do réu, Élson Resende, tentou mostrar aos jurados que não era possível atribuir a Jorge a logística do crime dada a Jaeder Silveira, em função de álibis apresentados pelo cliente.
Ele apontou como álibi Tabory ter levado uma filha ao Pronto Atendimento e ter seguido depois para a residência da sogra, o que lhe teria impossibilitado levar Jaeder ao local do crime.
O julgamento de Jorge teve início na quinta-feira (10) pela manhã no prédio do Tribunal do Júri, anexo ao Fórum de Rondonópolis.
Ao todo, seis testemunhas - entre as de defesa e as de acusação - e três informantes foram ouvidos por ambas as partes, além de esclarecerem dúvidas dos jurados e da juíza federal.
Fonte: midianews
13.11.11
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