Tom Oliveira -
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Bateu o medo: Juiz da "lava jato" no RJ participa de treinamento de tiro e posa com fuzil
Após dizer sentir-se ameaçado por investigados da operação "lava jato" no Rio de Janeiro, como o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), o juiz da 7ª Vara Federal Criminal do estado participou de treinamento de tiro ao alvo oferecido pela Polícia Civil.
Os magistrados Marcelo Bretas (terceiro da esquerda para a direita) e Paulo Guedes (quarto da esquerda para a direita) posaram com fuzis. Twitter
Para documentar sua participação, Bretas postou foto em seu Twitter empunhando um fuzil ao lado de um alvo. O desembargador Paulo Guedes, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, também aparece na imagem com uma arma.
Em abril, Bretas pediu e obteve reforço em sua segurança pessoal. A medida veio após ele supostamente ter recebido três ameaças de morte. Duas delas teriam vindo de presídios onde se encontram investigados pela "lava jato".
Mas a gota d'água teria sido a ida de dois homens à Justiça Federal do Rio em fevereiro. Lá, eles teriam feito diversas perguntas sobre a rotina do juiz aos funcionários do local.
Já em outubro, pelo fato de Sérgio Cabral ter mencionado que a família de Marcelo Bretas é dona de uma empresa de bijuterias, o magistrado determinou a transferência do político para um presídio federal.
De acordo com Bretas, a fala de Cabral pode ser entendida como uma ameaça e mostra que ele está tendo acesso a informações indevidas na cadeia de Benfica, onde está.
"Será possível que isso aqui representou algum tipo de ameaça velada? Eu não sei. É inusual. De fato, é. Bom, o fato é que como, seja por, ainda que levemente ou sutilmente, existir a possibilidade de que se esteja tentando de alguma forma obstaculizar ou impedir que prossigam os trabalhos, seja por demonstração de que a segurança ou o controle na custódia não é tão efetivo assim, não está funcionando", escreveu o juiz federal, ao enviar Cabral para um presídio destinado a presos particularmente perigoso.
Advogados que acompanham o caso afirmaram à ConJur que a medida era arbitrária, abusiva e ilegal.
Uma semana depois, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a transferência de Cabral para um presídio federal. Em liminar, o ministro disse que dar privilégios a um preso é grave, mas não chega a ser ameaça à segurança da sociedade.
Domingo, 08 de Setembro de 2013 China reconhece o emprego de “punheteira” A foto acima é real e foi tirada num banco de esperma na China . As senhoras que fazem o serviço não são enfermeiras nem profissionais de saúde, são mesmo “punheteiras”, uma profissão que é reconhecida na República Popular da China . Nos Estados Unidos por exemplo fornecem aos homens revistas pornográficas para ajudar ao serviço, na China são mais avançados . As senhoras recebem um salário de cerca de 1200€ e é uma profissão de risco 4, devido à probabilididade de lesão por movimentos repetitivos. Por certo que criando este novo emprego, a taxa de desemprego ia diminuir e a taxa de dadores nos bancos de esperma iria aumentar Fonte: Setecandeeiroscajá.blogspot.com.br
Quinta Feira, 28 de Junho de de 2018 O Plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aprovou, na terça-feira, 26 de junho, proposta de alteração da Resolução CNMP nº 37/2009 , para afastar a caracterização do nepotismo em situações em que não esteja caracterizada a subordinação hierárquica direta entre servidor efetivo nomeado para cargo em comissão ou função de confiança e o agente público determinante da incompatibilidade, no Ministério Público brasileiro. A aprovação, por unanimidade, ocorreu durante a 11ª Sessão Ordinária de 2018 do Plenário. Os conselheiros seguiram o entendimento do conselheiro relator da proposta, Sebastião Caixeta( na foto à direita). Segundo ele, “quando inexistente ascendência hierárquica ou influência do membro ou servidor determinante da incompatibilidade na nomeação ou designação para exercício de cargo ou função de confiança, não há de falar na vulneração aos princípios da impessoalidade e da moralidade e, por c...
Domingo, 26 de Junho de 2016 Rogério Tadeu Romano * Sob o título “ Aplica-se a prevenção” , o artigo a seguir é de autoria do advogado Rogério Tadeu Romano, procurador regional da República aposentado. *** O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou no dia 24 do corrente mês de junho envio para a Justiça Federal de Brasília de denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela suposta tentativa de comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Também são alvos da mesma denúncia o senador cassado Delcídio do Amaral, o banqueiro André Esteves e outras quatro pessoas. Os sete são acusados de obstrução à Justiça, por suposta tentativa de atrapalhar a delação de Cerveró na Operação Lava Jato. Para Teori Zavascki, “tais fatos não possuem relação de pertinência imediata com as demais investigações relacionadas às fraudes no ‘ambito da Petrobras'”. Por isso, ele entendeu que deve ser considerado o local onde o sup...
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