Tom Oliveira -
O blog reproduzirá, na condição de clipping, notícias da Justiça e do Direito, em geral, especialmente das instituições brasileiras e do Ministério Público, em particular, divulgando também eventos culturais, de companheirismo e de cunho popular.
Homenagem a Teori Zavascki no Supremo abre ano judiciário de 2017
O Supremo Tribunal Federal decidiu abrir o ano judiciário de 2017 com uma homenagem ao ministro Teori Zavascki, morto em janeiro num acidente de avião. No início da sessão, a ministra Cármen Lúcia, presidente da corte, disse que a morte do ministro “nos impõe simplicidade”.
“Aberto, portanto, o ano judiciário com um ato solene de simplicidade específica e peculiar em razão exatamente da circunstância da morte de nosso querido colega”, disse ela, passando a palavra ao ministro Celso de Mello, decano, para ler um discurso de homenagem a Teori.
Em discurso, Celso de Mello citou Teori: “As despedidas são momentos da vida com os quais ainda não aprendi a lidar”. Carlos Humberto/SCO/STF
Em sua fala, Celso disse que o episódio desta quarta-feira (1º/2) “não deve ser visto como um gesto de despedida, mas sim como um gesto de reverência”. E citou um trecho do discurso feito por Teori quando ele deixou o Superior Tribunal de Justiça para ingressar no STF: “As despedidas são momentos da vida com os quais ainda não aprendi a lidar”.
“É preciso que se diga, a respeito da perda profundamente lastimável do ministro Teori Zavascki, que os grandes magistrados, como ele próprio o foi, nunca se vão, nunca se despedem”, completou Celso de Mello. “Eles, na realidade, não partem jamais. Ao contrário, os grandes juízes, como o saudoso ministro Teori, permanecem na consciência e no respeito de seus jurisdicionados, a quem tanto souberam servir com lealdade e dedicação, iluminando, para sempre, com a grandeza do seu legado e a integridade de uma vida reta, os caminhos do Direito e da Justiça.”
Leia mensagem do ministro Celso de Mello, que fez o discurso em homenagem ao colega, morto em janeiro, num acidente de avião.
A advogada Flávia Romano de Rezende tomou posse nesta segunda-feira, dia 5, no cargo de desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio. A nova magistrada fazia parte de lista tríplice encaminhada pelo TJRJ ao governador do Estado, Sérgio Cabral, para ocupar a vaga do quinto constitucional destinada à Ordem dos Advogados do Brasil. Ela entra no lugar do desembargador Gilberto Pereira Rêgo, que se aposentou. O presidente do TJ, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, deu as boas-vidas à desembagadora. “Você já chegou aqui me causando problemas”, brincou, ao citar que havia recebido vários pedidos de Câmaras do Tribunal, solicitando que Flávia passasse a integrar seus colegiados. “Isso é muito bom para todos nós. Seja bem-vinda e seja feliz”, desejou. Com 43 anos, a nova desembargadora advogou por 13 anos na Coca-Cola, sendo os seis últimos como diretora jurídica. Morou em Atlanta, atuando como advogada responsável pelo administrativo e contencioso de mar...
Sexta Feira, 29 de Maio de 2026 Sempre achei essa idade bonita, fascinante pelo modo como lidamos com a vida. Dizer que a "vida passou célere aos setenta" é uma reflexão comum sobre a efemeridade do tempo e o envelhecimento. Mas, cá para nós: não foi tanto célere assim, não, mas as lembranças é que causam essa constatação de “ passou rápido “. Lembro de minhas aulas de reforço, à tarde, década de 1965/66, com a inesquecível professora Dagmar, uma senhora morena, gorda, baixa e que tinha a mão pesada na hora de usar a palmatória, de madeira, que dava para alcançar a nossa mão aberta. Na primeira, e única vez que errei uma resposta a uma pergunta dela (“ vem cá, Toinho, me diz quanto é 6 x 9? – E eu, querendo me esconder: - 56, e ela, me dê a mão direita porque é 54, e pau comia, digo à palmatória. Isso foi numa segunda feira. Nesse mesmo dia, no final da aula, a professora Dagmar informou que na última aula da semana, na sexta, iria fazer uma disputa entre os alunos. Quem er...
Domingo, 08 de Setembro de 2013 China reconhece o emprego de “punheteira” A foto acima é real e foi tirada num banco de esperma na China . As senhoras que fazem o serviço não são enfermeiras nem profissionais de saúde, são mesmo “punheteiras”, uma profissão que é reconhecida na República Popular da China . Nos Estados Unidos por exemplo fornecem aos homens revistas pornográficas para ajudar ao serviço, na China são mais avançados . As senhoras recebem um salário de cerca de 1200€ e é uma profissão de risco 4, devido à probabilididade de lesão por movimentos repetitivos. Por certo que criando este novo emprego, a taxa de desemprego ia diminuir e a taxa de dadores nos bancos de esperma iria aumentar Fonte: Setecandeeiroscajá.blogspot.com.br
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