Tom Oliveira -
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Rio: Anthony Garotinho é condenado por injuriar desembargador Luiz Zveiter
O ex-governador do Rio de Janeiro e candidato a retornar ao posto Anthony Garotinho (PRP) foi condenado a prestar serviços comunitários e pagar multa por ter injuriado o desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Luiz Zveiter.
Garotinho ofendeu honra de Luiz Zveiter, entendeu juíza criminal.
Em setembro de 2017, Garotinho escreveu em seu blog que um emissário de Zveiter tentou pressioná-lo para não denunciar supostos crimes do magistrado.
Zveiter então apresentou queixa-crime por injúria, difamação e calúnia contra o ex-governador. Depois desistiu dos últimos dois delitos, mantendo a ação penas pelo primeiro. Em sua defesa, Garotinho argumentou que a renúncia à apuração dos de difamação e calúnia constituiria perdão tácito. Ele também alegou que não praticou crime no texto.
A juíza Marta de Oliveira Cianni Marins, da 23ª Vara Criminal, apontou que o texto de Garotinho ofendeu a honra de Zveiter. Logo, ele cometeu injúria, avaliou. Ela também entendeu que a pena do ex-governador deveria ser aumentada em um terço, uma vez que o crime foi cometido contra funcionário público, com mais de 60 anos, e por meio que facilite a divulgação da ofensa.
Assim, Marta condenou Garotinho a 1 mês e 10 dias de detenção, convertidos em prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período. O político também foi sentenciado a pagar 20 salários mínimos a Zveiter – o equivalente a R$ 19 mil
Clique aqui para ler a decisão Processo 0240667-46.2017.8.19.0001
A advogada Flávia Romano de Rezende tomou posse nesta segunda-feira, dia 5, no cargo de desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio. A nova magistrada fazia parte de lista tríplice encaminhada pelo TJRJ ao governador do Estado, Sérgio Cabral, para ocupar a vaga do quinto constitucional destinada à Ordem dos Advogados do Brasil. Ela entra no lugar do desembargador Gilberto Pereira Rêgo, que se aposentou. O presidente do TJ, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, deu as boas-vidas à desembagadora. “Você já chegou aqui me causando problemas”, brincou, ao citar que havia recebido vários pedidos de Câmaras do Tribunal, solicitando que Flávia passasse a integrar seus colegiados. “Isso é muito bom para todos nós. Seja bem-vinda e seja feliz”, desejou. Com 43 anos, a nova desembargadora advogou por 13 anos na Coca-Cola, sendo os seis últimos como diretora jurídica. Morou em Atlanta, atuando como advogada responsável pelo administrativo e contencioso de mar...
Domingo, 23 de Março de 2025 Tom Oliveira * A mulher que foi presa por ter pichado a estátua do Supremo Tribunal Federal, nos chamados " atos golpistas de 8 de janeiro de 2022, Débora Rodrigues dos Santos, casada, manicure, dois filhos menores, recebeu a pena de 14 anos de prisão do relator, o indefectível Alexandre de Moraes. No depoimento à Polícia Federal, enviado ao STF, Débora contou que uma mulher estava pichando a estátua, mas disse que tinha a “letra feia” e pediu para que a manicure continuasse. Débora escreveu: perdeu mané , cuja frase ficou famosa depois que o ministro Luis Barroso, do STF e amigo de Moraes, teria pronunciado contra pessoas que o incomodava num jantar, em Nova York, isso em 2022. Ressalte-se que a gíria brasileira Mané significa bobo, idiota. Para justificar a alta condenação da moça " mané ", o ministro Moraes foi rebuscar o vernáculo jurídico . Segundo Moraes, "o desencadeamento violento da empreitada criminosa afasta a p...
Sábado, 08 de Junho de 2018 O CNJ vistoriou, entre janeiro e abril de 2018, 33 estabelecimentos penais femininos que custodiam mulheres grávidas e lactantes. As visitas representaram uma ação inédita do Poder Judiciário nos cárceres brasileiros, a fim de verificar as condições das presas gestantes e que estão amamentando. A partir dessas observações dos presídios femininos, a presidente do CNJ, ministra Cármen Lúcia, determinou a criação do Cadastro Nacional de Presas Grávidas e Lactantes e a elaboração de um protocolo de recomendações ao sistema prisional para cuidados padronizados à saúde das detentas gestantes, das lactantes e de seus recém-nascidos nas prisões. Até o encerramento das visitas, no fim de abril, os estabelecimentos penais femininos tinham, segundo os números apurados, 212 mulheres grávidas e 179 lactantes. O Cadastro Nacional das Presas Grávidas e Lactantes, cujos dados vêm sendo divulgados no portal do CNJ desde janeiro deste ano, reflete o interesse da soci...
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