A fama de cada um: Admar Gonzaga e Sérgio Moro...

Domingo, 25 de Junho de 2017

Meus amigos

Cada pessoa um dia, conseguirá os seus 15 minutos de fama, como bem afirmou o poeta Andy Warhol. Alguns, com ações positivas e usando tão-somente a profissão; outros, conseguem ser notícia na mídia por ações negativas, ultrapassadas e de gênero. Esta semana dois expoentes da magistratura voltam a ser notícias na internet, na mídia e, até, nos   trending topics da vida, os " mexericos da Candinha "...Confira:

Fama repentina negativa:

Admar Gonzaga, ministro do TSE, é acusado de agressão pela esposa



A esposa do ministro Admar Gonzaga, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), registrou uma queixa na polícia acusando o marido de agressão, praticada na noite de quinta-feira. Élida Souza Matos chamou a Polícia Militar após uma discussão na residência do casal, no Lago Sul, em Brasília, e foi levada à 1ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal, onde foi feito um registro de violência doméstica com base na Lei Maria da Penha.

A informação foi revelada pelo jornal Metrópoles. Segundo a publicação, Elida disse aos policiais que o magistrado causou-lhe um ferimento no olho, atirou enxaguante bucal contra ela e a agrediu verbalmente. A polícia confirmou a VEJA o registro da ocorrência, mas disse que não divulga informações de casos referentes a violência doméstica.

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, divulgou uma nota em nome do casal na tarde desta sexta-feira, em que eles lamentam e se desculpam com familiares e amigos e dizem que o ocorrido “não passou de um desentendimento, com exasperação de ambos os lados”. Conforme a nota, que pede respeito à intimidade e à privacidade dos casal, o caso está sendo tratado pelo próprio casal em âmbito familiar. Gonzaga foi o mesmo que bradou pedindo respeito ao ministro Herman Benjamin,  por querer lhe constranger a votar pela cassação da chapa Dilma/;

fonte: Blog Clóvis Cunha ( compilado )

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Desembargador do TRF-4 concorda com Moro e diz que Defesa de Lula não foi espionada


A troca de acusações entre a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o juiz federal Sergio Moro foi avaliada pela segunda instância da Operação Lava Jato, que concordou com as posições apontadas pelo magistrado no início do mês. No início de junho, Moro disse que o advogado Cristiano Zanin Martins mentiu ao dizer que não teve ciência de que os vídeos de delações da Odebrecht foram anexados ao processo em que o petista é réu acusado de ter recebido benefícios por um esquema de corrupção envolvendo oito contratos entre a Odebrecht e a Petrobras .
Por isso, Zanin pediu que os depoimentos de Emílio Odebrecht, presidente do conselho da empreiteira, e Alexandrino Alencar, ex-executivo da empresa, fossem suspensos até que ele pudesse avaliar o conteúdo das delações de ambos.
A solicitação foi feita, por meio de habeas corpus no TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, meia hora antes de audiência começar, na tarde 5 de junho. Inicialmente, Zanin havia pedido a suspensão do depoimento a Moro durante aaudiência da manhã do mesmo dia , quando ele alegava que foi informado sobre a inclusão das delações do processo. O juiz negou a solicitação.
No fim da tarde daquele dia, o desembargador João Pedro Gebran Neto ordenou que os depoimentos -- que foram efetivamente realizados naquela data -- fossem prestados novamente. Moro marcou uma nova data na semana seguinte e aproveitou, em despacho, para dizer que Zanin havia acessado os vídeos das delações, em mais de uma oportunidade, dias antes dos depoimentos de 5 de junho.


fonte:http://www.jornalfloripa.com.br/mundo/noticia.php?id=37229384


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